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Se você já se perguntou sobre o Share apps na Google Play Store, essa notícia vai mexer com você! A plataforma está descontinuando uma funcionalidade que permitia o compartilhamento de aplicativos entre dispositivos, e isso pode mudar a forma como muitos usuários interagem com seus apps. Continue lendo para entender tudo!
A Google Play Store está fazendo uma mudança importante com a remoção da funcionalidade de compartilhamento. Essa ferramenta permitia que os usuários enviassem aplicativos para outros dispositivos de forma fácil e rápida. Era uma maneira prática de compartilhar apps com amigos e família sem precisar baixar tudo novamente.
Esse recurso, que muitos consideravam útil, não será mais disponível. A descontinuação protege os usuários de possíveis problemas de segurança. Além disso, não é mais viável devido às novas políticas e funcionalidades. Essa decisão pode deixar algumas pessoas desapontadas.
Mesmo assim, ainda existem maneiras de compartilhar aplicativos. Os usuários podem usar links diretos para os apps na Google Play Store. É simples e seguro. Você só precisa copiar o link e enviar para quem quiser.
Além disso, existem plataformas de terceiros que oferecem opções semelhantes, se você estiver buscando alternativas. Lembre-se de que a segurança é fundamental ao compartilhar apps. Sempre verifique a origem do aplicativo e evite sites desconhecidos.
A mudança pode gerar perguntas entre os usuários. O que você acha da remoção desse recurso? Quais alternativas você pretende usar para compartilhar apps com seus amigos?
Entender o impacto da mudança na Google Play Store é essencial. Ao remover a funcionalidade de compartilhamento, a plataforma está se adaptando a novas realidades. Essa decisão pode afetar muitos usuários que dependem dela para compartilhar apps facilmente.
Um dos principais efeitos é a alteração na forma como as pessoas compartilham aplicativos. Antes, era simples enviar um app diretamente. Agora, as pessoas têm que usar links da loja. Pode parecer mais trabalhoso, mas é uma forma segura de garantir que ninguém baixe conteúdo malicioso.
Outra consequência refere-se à segurança. Compartilhar apps entre dispositivos pode abrir brechas. Sem essa funcionalidade, os usuários podem se sentir mais protegidos. A segurança é cada vez mais importante nas interações digitais. Todos nós devemos estar atentos a isso.
Fora isso, muitos usuários ficarão sem uma facilidade que antes era bem prática. Isso pode causar frustração e questionamentos. O que fazer agora? Como ficam as trocas simples entre amigos? Essas perguntas são válidas para quem estava habituado ao processo rápido de compartilhamento.
Finalmente, vale lembrar que mudanças podem abrir espaço para novas experiências. As pessoas vão explorar outras maneiras de compartilhar apps. Isso pode até levar a opções mais inovadoras. Vamos ver o que o futuro nos reserva!
Com a remoção da funcionalidade de compartilhamento na Google Play Store, muitas pessoas estão em busca de alternativas para compartilhar apps. Felizmente, existem várias maneiras seguras e eficazes de fazer isso. Vamos explorar algumas opções.
Uma das formas mais simples é usar o link direto do aplicativo na Google Play Store. Você pode abrir o app desejado, clicar no botão de compartilhar e copiar o link. Depois, basta enviar esse link para seus amigos através de mensagens ou e-mail.
Outra alternativa é usar serviços de nuvem. Muitas pessoas já usam aplicativos como Google Drive ou Dropbox. Você pode fazer o upload do arquivo APK e compartilhar o link de download. Essa opção é ótima, especialmente se você está compartilhando apps fora da loja oficial.
Além disso, há aplicativos de terceiros que facilitam o compartilhamento. Aplicativos como o SHAREit ou o Xender permitem enviar arquivos entre dispositivos sem precisar da internet. Eles são rápidos e funcionam bem na maioria dos smartphones.
Quando usar essas alternativas, lembre-se de sempre verificar a segurança do app. Evite compartilhar aplicativos de fontes desconhecidas. A segurança deve ser sempre sua prioridade.
Essas opções garantirão que você ainda possa compartilhar seus aplicativos favoritos com facilidade. Explore e veja qual funciona melhor para você!
Refletir sobre a experiência do usuário é crucial após a mudança na Google Play Store. Muitos usuários costumavam usar o recurso de compartilhamento diretamente. Agora, eles terão que se adaptar a novos métodos. Isso pode causar frustração e confusão em alguns casos.
A experiência do usuário deve ser sempre colocada em primeiro lugar. Quando recursos são removidos, as pessoas podem se sentir desapontadas. É importante que a Google Play Store escute as necessidades e preocupações de seus usuários. Afinal, a satisfação do cliente é fundamental.
A nova abordagem de compartilhar via link pode ser útil, mas também exige um pouco mais de esforço. Isso pode fazer com que alguns usuários se sintam desmotivados. A fluidez no uso da plataforma é essencial para manter todos felizes.
O feedback dos usuários será muito valioso. A Google Play Store pode melhorar ao ouvir o que os usuários têm a dizer. Eles podem ajustar a interface ou até mesmo considerar novas funcionalidades no futuro. Manter a comunicação aberta é importante.
Por fim, vamos observar como essa mudança nos afetará a longo prazo. Será que conseguiremos nos adaptar? Ou isso vai deixar muitos procurando outras opções? A resposta pode moldar o futuro da plataforma.
Em resumo, a remoção da funcionalidade de compartilhamento na Google Play Store traz desafios e novas oportunidades. Embora muitos usuários possam sentir a falta desse recurso, existem alternativas viáveis disponíveis para compartilhar aplicativos de forma segura. Usar links diretos ou serviços de nuvem pode se tornar parte da rotina, oferecendo novas formas de interação.
A experiência do usuário é uma prioridade importante. Por isso, é essencial que a Google Play Store continue ouvindo o feedback dos usuários. Dessa forma, a plataforma pode melhorar e oferecer soluções que atendam às necessidades de todos.
Ao final, a adaptação é parte da evolução tecnológica. Com compreensão e paciência, podemos encontrar maneiras criativas de compartilhar nossas experiências e aplicativos favoritos, aproveitando ao máximo as ferramentas que temos disponíveis.
A remoção visa aumentar a segurança dos usuários, evitando possíveis riscos associados ao compartilhamento direto entre dispositivos.
Você pode compartilhar links diretos dos aplicativos na Google Play Store ou usar serviços de nuvem para enviar arquivos APK.
Basta abrir o aplicativo na Google Play Store, copiar o link e enviá-lo para quem deseja compartilhar.
Serviços de nuvem, como Google Drive ou Dropbox, permitem que você envie arquivos para a nuvem e compartilhe o link com outras pessoas.
Sim, muitos usuários podem sentir a falta da funcionalidade, mas a Google Play Store está trabalhando para garantir uma experiência mais segura.
Você pode enviar feedback para a Google Play Store, expressando suas preocupações e sugestões para melhorar a funcionalidade.
Fonte: 9to5google.com
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O LinkedIn está no meio de uma polêmica envolvendo um processo judicial que alega que a plataforma tem compartilhado dados de mensagens diretas dos usuários para treinar modelos de inteligência artificial.
O caso levanta questões sérias sobre privacidade e consentimento, especialmente em um cenário onde a IA é cada vez mais utilizada.
O processo contra o LinkedIn alega que a plataforma introduziu silenciosamente uma nova configuração que permite o compartilhamento de dados de uso, incluindo mensagens diretas, sem o consentimento explícito dos usuários.
Segundo a denúncia, muitos usuários podem estar compartilhando informações privadas sem perceber, uma vez que a opção de compartilhamento foi ativada por padrão.
A ação judicial destaca que, apesar de haver a possibilidade de optar por não compartilhar esses dados, muitos usuários não foram informados sobre essa mudança. Isso levanta preocupações sobre a transparência e a ética da LinkedIn em relação à privacidade dos seus usuários.
Além disso, a reclamação menciona que a seção de perguntas frequentes da plataforma foi atualizada para incluir informações sobre essa nova configuração, mas que desativar a opção não reverteria os dados que já foram compartilhados.
Os demandantes buscam compensação de $1.000 por cada usuário afetado, o que poderia resultar em um valor significativo se o número de usuários impactados for elevado.
A coleta de dados para o treinamento de inteligência artificial tem implicações profundas, especialmente quando envolve informações pessoais e privadas dos usuários. No caso do LinkedIn, se as alegações de compartilhamento de mensagens diretas forem confirmadas, isso pode gerar um grande impacto na confiança dos usuários na plataforma.
Um dos principais problemas é a questão do consentimento. Os usuários muitas vezes não têm consciência de como seus dados estão sendo utilizados, o que pode levar a uma percepção negativa da empresa e a possíveis consequências legais. Isso também pode estimular um debate mais amplo sobre a necessidade de regulamentações mais rigorosas em torno da coleta e uso de dados pessoais por empresas de tecnologia.
Além disso, a situação pode levar outras plataformas a reavaliar suas políticas de privacidade e transparência. Com a crescente preocupação em torno da proteção de dados, as empresas que não forem transparentes sobre como utilizam as informações dos usuários podem enfrentar repercussões semelhantes, incluindo processos legais e danos à reputação.
Por fim, a situação do LinkedIn pode servir como um alerta para os usuários sobre a importância de revisar as configurações de privacidade em suas contas e estar cientes de como seus dados estão sendo utilizados em serviços digitais.
A situação envolvendo o LinkedIn e o processo sobre o compartilhamento de mensagens diretas para treinamento de inteligência artificial destaca a importância da transparência e do consentimento na coleta de dados.
As alegações de que a plataforma implementou uma configuração que permite o compartilhamento de dados sem a autorização dos usuários levantam questões sérias sobre a ética e a responsabilidade das empresas em relação à privacidade de seus usuários.
Além disso, as implicações desse caso vão além do LinkedIn; ele serve como um alerta para outras plataformas sobre a necessidade de revisar suas práticas de coleta de dados e garantir que os usuários estejam cientes de como suas informações estão sendo utilizadas.
À medida que a tecnologia avança e a inteligência artificial se torna mais prevalente, a proteção de dados pessoais deve ser uma prioridade, tanto para as empresas quanto para os usuários.
Por fim, é fundamental que os usuários se mantenham informados e revisem suas configurações de privacidade, garantindo que tenham controle sobre suas informações e como elas são utilizadas no mundo digital.
O processo alega que o LinkedIn compartilha mensagens diretas dos usuários para treinar inteligência artificial sem consentimento.
As alegações principais incluem a introdução de uma configuração que permite o compartilhamento de dados sem informar os usuários.
Sim, existe a opção de não compartilhar, mas muitos usuários podem não estar cientes dessa configuração.
Se as alegações forem confirmadas, o LinkedIn pode enfrentar multas significativas e danos à sua reputação.
Essas alegações podem minar a confiança dos usuários, levando a um aumento na preocupação com a privacidade.
Os usuários devem revisar suas configurações de privacidade e estar cientes de como seus dados estão sendo utilizados.
Fonte: https://www.androidheadlines.com/2025/01/linkedin-sued-sharing-user-dms-ai-training.html
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Graças a sua mais recente atualização (a versão 4.38.115), o aplicativo Slack corrigiu o compartilhamento de tela no Wayland.
Aguardado por muitos usuários, a primeira prévia do próximo sistema mobile do Google, o Android 15 DP1 traz compartilhamento parcial de tela, e mais.
Para elevar a experiência virtual a novos patamares, em breve o WhatsApp terá compartilhamento de áudio durante videochamadas.
Em breve, o Google Fotos receberá o menu de compartilhamento do Android 14, pois o Google está tornando o Android um pouco mais sincronizado.
Segundo uma declaração recente, por causa do uso abusivo de seus usuários, o site de compartilhamento de arquivos Anonfiles foi encerrado.